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Emoção, diálogo e homenagens marcam visita institucional do presidente do TST ao TRT da Paraíba

“O Butão, um país do leste do Himalaia, substituiu a noção de Produto Interno Bruto por Felicidade Interna Bruta. Claro que os números e metas são importantes, na medida em que temos uma missão com o estado e a sociedade, usamos recursos públicos e devemos um retorno. É justo que sejamos eficientes e transparentes com o que fazemos. Mas, me pergunto sobre felicidade interna bruta e humanização. O que constatei aqui no TRT-13 foi justamente isso: fraternidade, camaradagem entre colegas e união de propósito. Todos nós, magistrados, servidores e terceirizados, somos, efetivamente, um time. Não fazemos nada sozinhos”.A avaliação, feita pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Lelio Bentes Corrêa, durante visita institucional à Paraíba, não poderia resumir melhor os sentimentos daqueles que fazem do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região o lugar da verdadeira Justiça Social. Dos projetos sociais e criação do espaço integrado para a promoção da justiça às atividades em prol de causas como a luta contra o trabalho infantil, o TRT-13 é reconhecidamente um Regional que contribui para a construção de um mundo mais sustentável, justo e igualitário.O ministro fez visita institucional ao TRT-13 nas últimas terça (28) e quarta-feira (29), tendo a oportunidade de conhecer, em João Pessoa, o edifício-sede, o Fórum Maximiano Figueiredo e o Centro Integrado da Justiça Social (Cijus). Em Campina Grande, o presidente do TST visitou o Fórum Irineu Joffily e participou de uma Roda de Conversa sobre Trabalho Infantil. Nos dois dias, pôde verificar, de perto, a atuação do Regional no tocante aos projetos de cunho social em desenvolvimento e debater, com magistrados, servidores e terceirizados do Tribunal, além de membros do MPT-PB e o público em geral, sobre temas caros à Justiça do Trabalho. O ministro foi, ainda, homenageado por sua reconhecida atuação.Saiba mais detalhes sobre a visita do presidente do TST ao Regional paraibano por dia:Dia 1: Ministro é primeiro a receber o “Selo Diversidade e Inclusão”Na terça-feira (28), o ministro Lelio Bentes iniciou a visita institucional ao Tribunal conhecendo os novos espaços do edifício-sede. Na sequência, o ministro, conduzido pelo presidente do TRT-13, desembargador Thiago de Oliveira Andrade, conheceu o Centro Integrado da Justiça Social (Cijus). O espaço foi criado pelo Regional e reúne serviços de diferentes entidades, com o objetivo de auxiliar as pessoas, em especial aquelas em estado de vulnerabilidade social, no processo de reinserção no mercado de trabalho por meio da oferta de capacitações, além do acolhimento e orientação jurídica. Na ocasião, o presidente do TST participou da inauguração da Sala de Música Chico César e da Biblioteca Chico César, localizadas no Laboratório de Inovação Social (LIS) do Cijus. O ministro também esteve presente na aula do Programa Emprega Margaridas que, nesta 5ª edição, orienta e empodera migrantes venezuelanas. Além disso, foi realizada uma apresentação do trecho da peça protagonizada pelos integrantes do Projeto Ruas que Falam. Após conhecer essas ações, o ministro conversou com jovens aprendizes e estagiários do TRT-13, que compartilharam as suas experiências, enfatizando os aprendizados que estão tendo ao longo dos meses. Ao fim da visita, o presidente do TST foi homenageado, sendo o primeiro a receber o Selo Diversidade e Inclusão do TRT-13, um reconhecimento às empresas e pessoas que adotam práticas inclusivas, valorizando a persidade em todas as suas formas. O selo foi criado pela artista Cristine de Holanda, sendo feito com várias fibras de madeira e seguindo uma mesma direção, sendo um símbolo do comprometimento do TRT-13 com a inclusão social. “Fico emocionado com essa homenagem, sendo o primeiro a receber o selo. Ouvindo a descrição da artista e vendo a obra belíssima, é possível perceber que só se alcança um resultado através da união. Eu percebo isso no TRT-13, com a liderança do desembargador Thiago, com o trabalho de magistrados e magistradas, servidores e servidoras, jovens aprendizes, estagiários e estagiárias e com participação da comunidade em geral. A partir da união, a gente pode construir um futuro diferente”, pontuou o presidente do TST. Dia 2: Mais homenagens e diálogo com a populaçãoO presidente do TST deu continuidade à visita institucional ao judiciário trabalhista paraibano e conheceu, na quarta-feira (29), o Fórum Irineu Joffily, em Campina Grande. Além das unidades judiciárias, o ministro visitou espaços como o auditório do fórum, que estava repleto de magistrados, servidores e terceirizados. O local, também, foi palco de uma bela homenagem aos funcionários terceirizados do TRT-13 na Rainha da Borborema. Quatro pessoas foram homenageadas pelos serviços prestados com qualidade e competência ao longo de mais de dez anos na instituição. “Depois de tantos anos de serviços prestados ao Tribunal, nada mais justo do que esta homenagem. Vocês merecem”, afirmou o presidente do TRT-13, desembargador Thiago Andrade. À tarde, um momento especial. Crianças atendidas pela Casa de Caridade Padre Ibiapina, de Campina Grande, performaram uma roda de capoeira e outra de samba, puxando o ministro Lelio Bentes e a juíza Veruska Sá, cogestora do Programa de Combate ao Trabalho Infantil, para a dança. Na sequência, três jovens usuárias do Instituto dos Cegos de Campina Grande fizeram uma performance musical e encantaram os presentes com uma bela versão de “Eu só quero um xodó”, de Dominguinhos. Ainda com as crianças em pauta, foi a vez de conversar sobre o trabalho infantil, seus efeitos e formas de combatê-lo. E que forma melhor de tratar o tema senão com as próprias crianças e adolescentes? Sentado junto aos pequenos, o ministro Lelio Bentes pôde explicar os malefícios do trabalho infantil. “É importante discutir temas assim porque, até hoje, há pessoas que acham que as outras existem apenas para servi-las. Isso não está nada certo. Vocês conhecem o papa Francisco? Ele disse que a humanidade não pode continuar se comportando como se uma minoria pudesse ter acesso a todos os recursos, explorar e destruir o planeta, e uma grande maioria só devesse sobreviver, existindo para justificar esses privilégios. Devemos lutar contra isso”, incentivou o ministro do TST.Celina Modesto/Rebecca Narriê (estagiária)Assessoria de Comunicação Social do TRT-13 
04/06/2024 (00:00)
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